Alice no País das Maravilhas

Alice diz isso ao chapeleiro que alega estar maluco.
Ela concorda e lhe diz que essa é a graça de tudo. De todos.
A LOUCURA.
Se não fosse isso de que seria feita vida? De olhares sérios e risadas nas horas certas.
Tudo previsível.
Tudo chato, sem graça.
A vida é feita para os gritos. Para os extremos. Para os loucos.
E caso você, que ao ler isso, balance a cabeça em negação, muito sério, muito certo, muito compenetrado, não lhe direi para deixar de ser assim. Não lhe falarei as maravilhas de ver o mundo por um ângulo mais engraçado, mais divertido e muito, muito mais inusitado. Pra você fica os meus pêsames e o meu muito boa sorte. Juro. Não lhe desejo o mal. Desejo-lhe a loucura.
Em excesso. Caso se negue mais uma vez... Bem... você não sabe o que ta perdendo...

Aaaah... E a diferença, entre o corvo e a escrivaninha? Eu. Eu não faço a menor idéia.
Às vezes Lolita, às vezes Alice, às vezes uma Santa, às vezes não, sempre, Capitu.
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