terça-feira, 17 de agosto de 2010

Licença pra falar dele

Agora. Vamos falar um pouco de amor...
E sem tentar disfarçar nada.
Sem tentar diminuir ou empobrecer tal sentimento, tão nobre.
Vamos falar de amor sem medo, sem frescura e sem vergonha.
Vamos falar por falar. Pra escancarar a alma sem deixar mensagens subliminares e sem complicar nada.
O amor não é complicado.
Vamos falar o que sentimos e não vomitar, mas borrifar todo esse sentimento gostoso dentro da gente e que insistimos tanto em esconder. Amar dói. Mas dói diferente.
Esse sofrer não passa despercebido.
Mas amar é tão bom que sobrepõe todas as coisas tristes e caladas e sem graça.
Eu amo você, não pela sua casa, ou pela sua roupa, ou pelo seu dinheiro, ou pelo seu clássico medo de altura ou por saber exatamente quem você é mesmo não te conhecendo direito te conhecendo há anos.
Amo você por amar quem eu sou do seu lado. E por amar você sendo você e tirando tudo que tem.
Amo você por, há tempos, te observar e as vezes te ver magoado. Com saudade da vida. Saudade de mim. Ainda sem esbarrar comigo. Nessas da vida de tentar dar um empurrãozinho na gente...
Sempre te amei. Eu tinha visto na sua solidão, uma excelente amiga pra minha. Achei que elas pudessem sofrer juntas enquanto a gente se divertia. Se amando...

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