quarta-feira, 26 de maio de 2010

Nossas infinitas peripécias.

Mexo com sua cabeça.
Deixo-te com um milhão de interrogações.
Não ligo no dia seguinte e nem atendo seus telefonemas.
Do seu lado eu ajo feito uma louca. Boba.
Você fica mudo. Estagnado.
Sorrio sempre com maldade.
E me torno seu vicio.
Você tenta parar, cada vez que me procura.
Você tenta voltar atrás quando da um passo adiante comigo.
E você enlouquece.
Perde-se no veneno dos meus beijos. Do meu ser.
Tenta deixar de lado. Deixar-me de lado.
Não consegue.
Já estou a sua frente. E você, Amor, corre atrás.
E a cada ‘não’ dito por mim, Amor, você pira.
E se deixar-me de lado, Romeu, não te preocupe.
Não morrerei ao contemplar sua ausência.
Coloco-te em joguinhos.
E você joga.
Brinco com teus sentidos, e você, Bentinho, se nega.
Leva-me a sério demais, quando eu, me divirto.
Meus sentimentos são os mais sinceros.
Mas você, querido, os torna parados.
Você faz a profundidade de minhas intenções, e a graça de meus sorrisos, chato.
Raso.
Mexo com sua cabeça. Deixo-te um milhão de interrogações.
E você, Amor, responde.
Aconselho-te a me esquecer.
Porque você, Basílio, simpatiza cada vez mais comigo.



Capitu.

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